Desabafo e dicas de uma mãe empreendedora: trabalhar em casa com um bebê!

  1. Eu como jovem mãe empreendedora antes dessa crise, nos primeiros meses de meu bebê.
  2. O Coronavírus chegou e mudou tudo.
  3. Mas então como está a nossa rotina?
  4. Seguimos regras para o casal equilibrar os momentos de trabalho e cuidado do bebê.
  5. Não se cobre de não trabalhar um período completo, mas sim, dedique algumas horas definidas a cada dia ao seu trabalho.
  6. Mesmo assim, a ansiedade cresce.
  7. Como descobri a prática do Yoga para lidar com minha ansiedade.
  8. Cuide de seu sono! Minhas soluções pessoais para lidar com insônia.
  9. Identifique o que te faz bem! Pare de seguir o que te faz mal, pare de se cobrar.
  10. Celebre as pequenas vitórias todos os dias e não se cobre!
  11. Não hesite em pedir ajuda! Fora da família.

      Conclusão otimista: como podemos tornar essa experiencia positiva e construtiva.

      Bônus: quer apoiar a Timirim nesse momento de crise?

Vou desabafar e compartilhar aqui com vocês minhas dicas para conseguir trabalhar e cuidar de um bebê de cinco meses, isolada com meu marido sem ajuda (e braços!) externa, e sem virar maluca ou depressiva (no limite do razoável ^^).
Esse período de crise mundial da Covid-19 é muito bizarro a ser vivido ao nível individual, cada um isolado em casa, tanto quanto isso é possível. Como talvez vocês tenham acompanhado, meu primeiro filho, o Titouan, nasceu cinco meses atrás. Como vocês também sabem, criei a Timirim e até hoje estou gerindo a empresa.
Ninon e Titouan mãe empreendedora da Timirim, trabalhando de casa com bebê
Ninon e Titouan mae empreendedora trabalhando de casa com bebê

1 – Eu como jovem mãe empreendedora antes dessa crise, nos primeiros meses de meu bebê.

Passei por uma gestação muito tranquila, confesso que entrei nessa gravidez meio que em pânico e no final me descobri uma gestante muito feliz (clique aqui para escutar minha história no podcast). Não tive nenhuma complicação nem desconforto e fiquei muito bem até o final, o que me permitiu trabalhar até a o final da 39ª semana. Graças a minha equipe maravilhosa, tive a sorte de poder me afastar do dia-a-dia da empresa durante três preciosos meses, que foram meses de lua de leite encantadores. Chegou o terceiro mêsversario do Titouan e a minha volta oficial para o escritório. Como era carnaval, comecei a adaptação com a babá antes do feriado para poder voltar realmente depois da celebração. Voltei meio período para o escritório (4 horas cada dia a tarde) e de manhã tratava meus e-mails e outros assuntos menos focados, direto de casa, a maioria do meu próprio celular.

2 – O Coronavírus chegou e mudou tudo.

Estava começando a me sentir bem nessa rotina, curtindo minhas horas trabalhando fora de casa, sem meu bebê. Me sentindo de novo uma mulher autônoma. O Titouan ainda não aceitava direitinho a mamadeira, mas fazia progresso a cada dia. E chegou o Coronavírus no Brasil. Como sou francesa, estava olhando muito a situação na Europa, e particularmente na Itália. Mandei a equipe trabalhar de casa na sexta-feira dia 13 de março, o dia em que o Titouan fez quatro meses.

Hoje ele acabou de fazer cinco, e nem ele nem eu pisamos fora do nosso apartamento há 33 dias. Nos primeiros dias, o Nicolas meu marido continuava a fazer compras, mas muito rapidamente a cooperativa de legumes orgânicos perto de casa começou a entregar para limitar os contatos. Nós usamos fraldas ecológicas e o Titouan ainda está amamentando exclusivamente então estamos autônomos. Obviamente o que estou contando aqui é uma situação muito privilegiada de quem conseguiu se organizar para trabalhar em casa. Se a atividade e faturamento da Timirim estão sofrendo, meu marido tem a chance de ter uma posição que nesse momento lhe permite trabalhar full-time de casa, ainda sem perda de atividade e/ou salário.

3 – Mas então como está a nossa rotina?

Primeiro quero contextualizar um pouco. Moramos num apartamento de 65m² no oitavo andar, com uma sala única, dois quartos e uma cozinha separada. A nossa sorte é que temos uma varandinha de 2m² (com grama sintética ♥) onde colocamos uma mesa e duas cadeiras para poder almoçar e tomar café no sol, com uma vista aberta para outros prédios meio distantes e uma obra de streetart maravilhosa do artista Speto.

O Nicolas tem que trabalhar dez horas por dia, sete dessas por telefone. Apenas temos uma sala então a nossa mesa de jantar virou coworking, eu com meu computador e caderno, ele na minha frente com o computador e a segunda tela maior, levada do escritório. O barulho das conversas permanentes dele é muito cansativo e não dá para ficar do lado o tempo todo. Quando preciso fazer uma ligação vou no nosso quarto.

varanda com arte do Speto
Varanda com vista para arte do Speto

As primeiras duas semanas foram de boa, quase aproveitando esse tempo de família juntos. A terceira foi muito mais difícil de lidar emocionalmente, não dentro do casal, mas sim nas relações e projetos de trabalho. Foi naquela terceira semana que decidimos seguir regras precisas para não virar loucos ou desesperados. A quarta semana foi tudo bem e agora estamos na quinta que acho até que está passando rápido.

Nico trabalhando no sofa
Pãe trabalhando de casa com o bebê
Pãe trabalhando de casa com o bebê
Nicolas com a o Titouan de melancias Timirim

4 – Seguimos regras para o casal equilibrar os momentos de trabalho e cuidado do bebê.

O puerpério é um momento delicado de convivência fusional com o seu bebê. Tive a chance de ter meu marido de licença paternidade por três semanas (explico como aqui) e depois ainda trabalhando de casa e de férias por mais cinco semanas. Mesmo o Nico sendo um pai muito presente e totalmente capaz de cuidar do Titouan, equilibro não significa necessariamente um 50-50%. A gente precisou avaliar bem o que era importante no nosso quotidiano para poder lidar com o isolamento prolongado, tanto de um ponto de vista emocional, quanto de um ponto de vista profissional. Esta é a organização que está funcionando para nós (obviamente existe flexibilidade!):

  • O Titouan acorda entre as 7h30 e as 8h. O Nico levanta e cuida dele até as 9h-9h30 enquanto continuo dormindo.
  • Entre as 9h30 e 12h30, cuido dele, brinco com ele e consigo seguir meus e-mails, as redes sociais e faço conversas por telefone.
  • Entre as 12h30 e 13h30, almoçamos, o Nico cuida da preparação do almoço.
  • Entre as 13h30 e as 16h cuido do Titouan que dorme bastante, mas apenas se for dormindo em cima de mim! Então estou meio paralisada, mas consigo aproveitar esse tempo para ler artigos que me interessam.
  • Das 16h as 19h15 é o tempo meu de poder focar no trabalho e nas tarefas que precisam de mais concentração. Ainda tenho que dar uma mamada no meio. Enquanto isso o Nico marcou essas três horas na agenda dele para apenas ter ligações da própria equipe e não de clientes externos, assim ele consegue cuidar do bebê. Eles brincam um pouco e ele dá o banho e prepara o Titouan para dormir.
  • As 19h15 é a última mamada do Titouan, que coloco para dormir as 19h30, ele vai acordar em torno da meia-noite, e de novo em torno das 4h30 para mamar.
  • As 19h30, o Nicolas prepara o jantar enquanto faço minha meia-hora de yoga, depois a gente janta e dependendo do dia, assistimos um filme ou voltamos a trabalhar em projetos que necessitam mais foco e silencio.

Nos finais de semana a gente passa o aspirador e faz uma limpeza geral.

5 – Não se cobre de não trabalhar um período completo, mas sim, dedique algumas horas definidas a cada dia ao seu trabalho.

No início não tínhamos uma organização tão planejada assim e foi muito difícil para mim. O Nico tinha muitas ligações então ele não tinha tempo de pensar, era uma atrás da outra. Para mim, vivia um inferno, passava todo meu tempo meio que brincando com meu bebê, meio que pensando em tudo que tinha a fazer, desesperada por não me dedicar nem ao cuidado, nem ao trabalho. Passava o dia inteiro me cobrando por não fazer o que deveria, me culpando por não ser uma boa mãe e cuidadora para meu filho de 4 meses, e por não ser uma boa diretora de minha empresa que estava passando por uma mega crise econômica. No final, nunca trabalhava direitinho, passava o tempo todo fazendo listas na minha cabeça sem nunca conseguir avançar realmente, e não dormia a noite de tanta ansiedade carregada pela situação e por causa de meu próprio autojulgamento! Essa situação era totalmente inviável, eu estava a cada dia mais depressiva e incapaz de superar a situação.

Decidir que ia me dedicar oficialmente ao trabalho das 16h as 19h15 foi o que me salvou. Parei de me cobrar por não ser uma boa mãe quando cuido de meu filho, parei de me cobrar por não cuidar dele quando é hora do Nico, trabalhei BEM melhor durante essas três horas seguidas, e todas as ligações, e-mails e ideias de trabalho que consigo ter no restante do dia, vejo como super bônus, o que me ajuda a ficar feliz e orgulhosa de minha eficiência! E até quando tenho que trabalhar a noite (como agora para escrever esse post), aproveito esse momento de calma no apartamento e curto o meu tempo de empreendedora em paz.

6 – Mesmo assim, a ansiedade cresce.

Não tenho um perfil depressivo, mas sim um perfil ansioso. Para mim foi muito difícil lidar com a situação da pandemia mundial. Já que tive dificuldade de aceitar a ideia de engravidar para colocar esse ser humano tão inocente nesse mundo maluco, imagina minhas emoções agora que esse mundo se tornou inviável de verdade! No início da crise, passava o tempo todo olhando as notícias, e não apenas as brasileiras, mas obviamente as francesas e as internacionais.

Sempre fui viciada em notícias, normalmente é um prazer de meu dia-a-dia me sentir conectada ao mundo e acordar com as notícias internacionais. Mas agora nesse período virou um vício que me fere emocionalmente. Acordava para abrir The New York Times, Le Monde, Libération, Médiapart, A Folha de São Paulo e El Pais. Tirei isso de minha rotina (mais fácil dizer do que fazer!). Ninguém merece tal dose cotidiana de Coronavírus. Isolada em casa, descobri que não conseguia seguir em frente, não conseguia superar os meus pensamentos sombrios, e sendo empreendedora isso se adicionou a dificuldade de lidar com alguns contatos profissionais apenas por telefone.

7 – Como descobri a prática do Yoga para lidar com minha ansiedade.

Conversar com amigas me ajudou e continua me ajudando muito. Ajuda a se sentir ainda um ser social, ligado a outros seres humanos carinhosos. Foi uma amiga querida (e jornalista!) que me passou a dica desse aplicativo de yoga: “Down Dog”. Eu tinha testado aulas de yoga duas ou três vezes na minha vida sem nunca gostar muito da prática (sempre me senti abalada, olhando para os outros com um tempo de atraso sabe?). Esse aplicativo mudou tudo para mim, são vídeos absurdamente bem feitos: da duração que você escolhe (fazia 15minutos agora consigo 30), no ritmo que você escolhe, com o tipo de música que você escolhe e obviamente do nível que você escolhe.

Estou fazendo iniciante 1 todos os dias há um mês, e ainda não passei a fazer duas vezes a mesma sequência. O ritmo é perfeito para mim porque ele é intenso exatamente para me permitir seguir sem poder pensar em nenhum outro assunto enquanto faço, o que serve o objetivo da prática, se desconectar para se conectar apenas com o próprio corpo e assim se recentralizar e relaxar. Agora estou viciada por essa meia-hora quotidiana e não posso imaginar faltar. Me sinto muito melhor, tenho a sensação de conseguir controlar melhor minhas emoções para não me afogar nelas.

Meu bebê de Timirim me olhando fazer Yoga
Meu bebê de Timirim me olhando fazer Yoga

8 – Cuide de seu sono! Minhas soluções pessoais para lidar com insônia.

Sempre sofri de insônias relacionadas ao trabalho, sempre. Tenho esses pensamentos bem comuns de que nunca estou à altura de meus projetos, meus objetivos, meu marido… (ter um marido excepcional tem esse lado ruim hahaha) e isso gera uma ansiedade noturna que nunca soube lidar. A crise do Coronavirus e o isolamento está piorando tudo porque não tem mais momentos de desconexão para relativizar. Até mais porque agora precisamos manejar todos os nossos relacionamentos por telefone e email, o que gera ainda mais frustração, incompreensão e tensão.

Costumo acordar e não conseguir voltar a dormir entre as três ou quatro da manhã, até as seis e meia. Imagino que amamentar o meu bebê no meio da noite não ajuda… Ao longo desses anos de empreendedorismo e insônia (e agora maternidade) descobri várias coisas para melhorar muito o meu sono e a situação, até para não sofrer mais dela. Dediquei um post de blog especial a esse problema e as minhas soluções!

Além dessas dicas para resolver as insônias, se você se sente exausta, esqueça as suas tarefas, e principalmente as tarefas de casa, lavar a louça, passar o aspirador, lavar a roupa (confesso que lavo meu cabelo apenas uma vez por semana, no sábado de manhã, porque nunca tenho tempo para isso)… tudo isso pode esperar o final de semana ou o momento que seu/sua companheiro/a esteja mais disponível. Aproveite os momentos de soneca de seu bebê pequeno para dormir! Sim, dormir é o que mais vai te ajudar a ficar eficiente no longo prazo. O melhor de tudo isso? Meu filho dorme muito mais tempo quando faço dormir ele junto comigo na minha cama, e esse tempo que ele está dormindo é um momento calmo de muita paz no meu dia. Aprenda a conhecer os melhores momentos para dormir e para trabalhar: tire soneca, mude o horário do almoço, trabalhe a noite em vez de assistir um filme etc.

Mãe e bebê tirando soneca juntos
Mãe e bebê tirando soneca juntos

9 – Identifique o que te faz bem! Pare de seguir o que te faz mal, pare de se cobrar.

Redes sociais são indispensáveis nesses momentos de distanciamento social. Elas são parte das soluções tecnológicas disponíveis para não perder o contato com os nossos queridos, e continuar se sentido parte de uma rede de apoio humana. Mas cuidado, as redes sociais estão cheias de pessoas que apenas vão compartilhar sucessos e coisas boas, as vezes porque é o meio delas para se sentir bem e forte na situação. Pessoas que aproveitam do isolamento para seguir um super programa de fitness com um mega desafio de sair dessa crise com um corpo de verão, uma capacidade de chefe de cozinha, etc. Para empreendedores vai muito além disso: aproveitar esse tempo a mais em casa para atualizar tudo que você não atualiza há semanas/meses/anos e fazer seu negócio pivotar para superar a crise econômica e sair do Covid19 ainda mais forte e sucedido.

Gente “bonita” ferra a autoestima, e as vezes vale a pena identificar quais são essas pessoas tóxicas das suas redes, e esconder elas de seu feed. Talvez elas são suas amigas queridas, e está tudo bem! Você vai continuar a ter um relacionamento sincero e real com elas por outros meios, apenas tire o canal da aparência pública. Privilegie as pessoas que te fazem sentir bem e se esforçam para compartilhar um dia-a-dia real, que nos ajuda a combater o autojulgamento e a pressão. Um bom exemplo para mim é o perfil instagram da @prijosefick, mãe de dois e dona da marca @mamahoodstore, de parentalidade e empreendedorismo engajado e sem complexo!

Não esqueça de ligar para as suas amigas, a sua família para conversar de coisas leves, mas também desabafar do difícil da situação. Somos super conscientes de ser muito privilegiados, mas isso não deve nos impedir de sentir e assumir que está situação é difícil.

Tenta privilegiar uma ligação semanal com uma amiga que trabalha de casa e tem crianças da mesma idade. Ela está enfrentando os mesmos desafios. Seja gentil e carinhosa, sem julgamento para ela, da forma que você também quer que ela te apoie: as vezes colocar-se no lugar de uma outra pessoa ajuda para não se julgar de forma tão severa.

10 – Celebre as pequenas vitórias todos os dias e não se cobre!

Com o Nicolas, antes de jantar, fazemos um brinde a tudo que deu certo durante o dia, tanto nos aspectos profissionais, quanto nos pessoais. Por exemplo: essa reunião com tal colega deu certo, teve sol e curtimos um cookie tomando café na varanda, o Titouan descobriu como espirrar água na banheira, recebi uma mensagem carinhosa de uma cliente/colega/amiga da Timirim, finalmente passei o aspirador, consegui tirar uma soneca, terminei tal planilha excel etc. Pense bem para tentar listar todas as coisas positivas de seu dia. Essa atitude não custa nada, mesmo assim pessoalmente preciso me esforçar para fazê-la, mas vejo que me sinto mais relaxada, mais alinhada e mais realizada depois.

O filosófo Alan Watts falou : “Stop measuring days by degree of productivity, and start experiencing them by degree of presence.” “Para de medir seus dias com nível de produtividade, e começa a experimentá-los por nível de presença.”

10 – Seja gentil com você mesmo e com os outros.

Ser carinhoso sempre faz bem. E se você fez mal, errou ou magoou alguém, peça desculpa, não é fácil, mas dá um puto alívio!

Não se julgue e aceite que sim, o momento está difícil, a empresa está passando por um tempo muito ruim e você como esposa, mãe, empreendedora, amiga etc. também. Se como eu, você está numa posição privilegiada com uma resiliência financeira que te permite passar essa crise sem sofrer demais para manter o pagamento dos boletos e das compras essenciais, isso não deve te impedir de aceitar que mesmo assim é um período difícil, profissionalmente mas também emocionalmente. Não é uma vergonha sentir.

E finalmente, por favor não se cobra de não estimular o seu bebê o tanto que você acha que deveria enquanto ele não vai para escolinha, para o parque etc. Ele está saudável e feliz, isso é o que importa, o restante tudo bem, essa crise vai passar e o tempo de família irá compensar todo o restante.

11 – Não hesite em pedir ajuda! Fora da família.

Se ainda assim você se sente desconectada, sofrendo da situação, peça ajuda. E não quero dizer peça ajuda de seu marido, sua mãe, sua melhor amiga. Claro eles vão ajudar, mas eles também têm os próprios desafios e as próprias emoções para lidar. Não tenha vergonha nenhuma de pedir ajuda a pessoas externas, profissionais, que podem resolver coisas apenas por ser neutras! Todos os profissionais de saúde hoje trabalham com consultas online (acho sempre bom entrar em contato com alguém por indicação de um amigo ou familiar).

Aproveito também para falar de uma iniciativa maravilhosa que admiro muito e aproveitei bastante nos primeiros meses do Titouan.  A organização Abraço materno acompanha as mães no puerpério e além, para facilitar a vida, desabafar e tirar a ansiedade, a pressão, o autojulgamento devastador. Normalmente, elas fazem atendimento em casa de massagem, conselhos etc. e têm uma linda casa para centralizar vários serviços e permitir às mulheres se encontrar e comunicar. Agora elas fazem atendimento online!

Conclusão otimista: como podemos tornar essa experiencia positiva e construtiva.

Veja aqui uma ilustração das diferentes fases que sofremos por causa dessa epidemia do Coronavírus e do distanciamento social, e como podemos tornar essa experiencia positiva e construtiva.

Círculos da evoluição dos comportamentos durante a crise do Coronavirus
Círculos da evoluição dos comportamentos durante a crise do Coronavirus

 

Bônus: quer apoiar a Timirim nesse momento de crise?

Conheça a nossa campanha “Amigos da Timirim”, você compra um voucher agora e ganha uma bonificação quando usar no futuro ♥.

Estou longe de ser invencível, e juntei todas essas dicas ao longo do combate de meus desafios. Quero muito melhorar e avançar graças a suas dicas! Por favor me ajude a completar essa lista de mãe empreendedora,

Abraço verde,

Ninon

 

2 Responses

  • Olá!
    Achei incrível o seu texto. Meu bebê vai nascer no início de novembro. Sou advogada e trabalho em casa. Meu marido é artista plástico e professor. Gostei muito do seu relato e já posso me identificar. Muito obrigada!

    • Muito obrigada Charlene! Que bom que você se identificou, se conseguir te ajudar mesmo um pouco fico bem feliz!
      Abraço e tudo de bom para esse bebê de Novembro <3 (mês maravilhoso para ter seu primeiro ;))

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *